Focaccia de erva-baleeira
Receita
500g de farinha de trigo
350g de água
150g de fermento natural
36g de erva-baleeira seca
25g de azeite
12g de sal
A gosto: tomatinho e sal grosso, o suficiente para cobrir
De uso tradicional na medicina caiçara, a erva-baleeira (varronia curassavica) é uma planta recorrente nas matas e de sabor marcante. Ela se apresenta como um arbusto alto, chega até 2 metros, com bastante galhos e folhas. As folhas são estreitas e ásperas, basta cheirar uma delas para identificar sem erros a planta. O cheiro logo remete a algum tempero familiar.
Essa receita surge por sugestão da caiçara Angélica Souza que já imaginou como a erva- baleeira daria um sabor interessante à massa.
A focaccia foi feita com as folhas da erva-baleeira seca, que eu já possuía. Tirei os cabos e, com a mão mesmo, parti em pequenos pedaços que foram incorporados à massa durante o processo de sova. Como a erva baleeira tem um sabor intenso, optei por não colocar o clássico alecrim na cobertura da focaccia, que contou apenas com o tomatinho e o sal grosso.
Decisão acertada! Em cada mordida num pedaço com a erva-baleeira, vinha um agradável sabor. A proporção e presença é na medida que me agrada: contribuindo para um sabor delicioso mas sem ofuscar outros sabores da focaccia como o azedinho da fermentação natural, o salgado do sal grosso e o adocicado do tomate.
Focaccia de erva-baleeira
De uso tradicional na medicina caiçara, a erva-baleeira (varronia curassavica) é uma planta recorrente nas matas e de sabor marcante. Ela se apresenta como um arbusto alto, chega até 2 metros, com bastante galhos e folhas. As folhas são estreitas e ásperas, basta cheirar uma delas para identificar sem erros a planta. O cheiro logo remete a algum tempero familiar.
Essa receita surge por sugestão da caiçara Angélica Souza que já imaginou como a erva- baleeira daria um sabor interessante à massa.
A focaccia foi feita com as folhas da erva-baleeira seca, que eu já possuía. Tirei os cabos e, com a mão mesmo, parti em pequenos pedaços que foram incorporados à massa durante o processo de sova. Como a erva baleeira tem um sabor intenso, optei por não colocar o clássico alecrim na cobertura da focaccia, que contou apenas com o tomatinho e o sal grosso.
Decisão acertada! Em cada mordida num pedaço com a erva-baleeira, vinha um agradável sabor. A proporção e presença é na medida que me agrada: contribuindo para um sabor delicioso mas sem ofuscar outros sabores da focaccia como o azedinho da fermentação natural, o salgado do sal grosso e o adocicado do tomate.
